terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A facilidade com que se serra uma pedra é a mesma com que se faz pasteis de massa tenra: muita.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Tomara ter nascido duende.
(Era só uma questão de letras adulteradas!)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Estilhaços do que houve tenho-os eu espetados no coração raquítico.

(Os homens, se não forem bestas, são mulheres?)
Foram esses vidros partidos que me conduziram aqui
Estilhaços de tudo e de nada

A cadeira onde me sento, já foi tua.
Agora não
Se nesta matéria existe razão,
por favor dá-me a sua.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Se me golpeasses a cabeça como peço,
verias a confusão sombria de fios e fios de luzes de natal fundidas emaranhadas.
(e garanto-te que se esqueceram das lâmpadas sobresselentes)

Cá dentro só sobra o vomitado.
Pensamentos-que-nem-pensamentos-são regurgitados.
Cansados.
Aqui és tão fértil como eu.
E chega.
Aqui não se fala em morte fetal ou mau jeito para a reprodução.

Quem quer, cria!
És demasiadamente mecânica para seres uma maçã
Abro as narinas largas para consumir mais do teu oxigénio pessoal
e GOSTO.
Abri a janela pela primeira vez.