O que fazias com um revólver, uma bala e muita raiva de mim?
De certeza que não me escreverias um poema, pois não?
Atentamente,
Gonçalo.
Não sabes?
Fazia do revolver uma colher, bebia a bala e deixava a raiva a apodrecer sozinha ao ar.
E das folhas do poema secreto fazia enchimento para o soutien.
Inadvertidamente, Inês.
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